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Michael Jackson Não morreu! “Homenagem do Dia”

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Michael Joseph Jackson (Gary29 de agosto de 1958Los Angeles25 de junho de 2009) foi um famoso cantorcompositordançarino,multiinstrumentista e produtor norte-americano. 

*Começou a cantar e a dançar aos cinco anos de idade, iniciando-se na carreira profissional aos onze anos como vocalista dos Jackson 5 

*Uma carreira solo em 1971, permanecendo como membro do grupo.

*Reconhecido nos anos seguintes como Rei do Pop (King Of Pop), cinco de seus álbuns de estúdio se tornaram os mais vendidos mundialmente de todos os tempos: 

*Gravou o álbum mais vendido e popular da história, Thriller. Jackson é frequentemente citado como “O maior ícone negro de todos os tempos”,

*Grande importância para a quebra de barreiras raciais, abrindo portas para a dominação da música negra na música popular, e pessoas como Oprah Winfrey e Barack Obama conseguirem o status que tem hoje em dia.

*Com suas performances no palco e clipes, Jackson popularizou uma série de complexas técnicas de dança, como o Robot, o “The Lean” (inclinação de 45º), o famoso “Moonwalk”.

 *Jackson também foi um notável filantropo e humanitário, doando milhões de dólares durante toda sua carreira a causas beneficentes por meio daDangerous World Tour.

 

-Para mais informações acessem http://pt.wikipedia.org/wiki/Michael_Jackson

Fonte: wikipedia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Michael_Jackson

Tema e varições mediáticas: ou como Michael Jackson não pára de morrer — este texto foi publicado no Diário de Notícias (24 de Outubro), com o título ‘Subitamente este Verão’.

Há qualquer coisa de inapelavelmente falso nos modos como temos lidado com a morte de Michael Jackson (e, como é óbvio, estas linhas não alimentam a ilusão de se eximir a tal falsidade). Não estou a pensar apenas nesse perverso efeito de “celebridade” que se consolida na abstracção que a própria morte favorece e, por assim dizer, encena. Nem sequer me refiro à gestão familiar da herança do criador de Thriller, demasiado “calorosa” na sua ideologia de lágrimas e fraternidade. Penso, isso sim, na sua imagem absolutamente jocosa (e estou a ser eufemístico) que era alimentada pela esmagadora maioria dos órgãos de comunicação social, incluindo muitos “especializados” na área da música. Subitamente este Verão, o tom mudou. Mais do que isso: por obra e graça da sua morte, Michael foi transformado em símbolo de tudo e coisa nenhuma, num processo de exumação mediática que teve a sua obscena expressão no longo folhetim sobre as sucessivas autópsias.
Poderá dizer-se que o seu derradeiro álbum, Invincible (2001), não augurava um século XXI muito criativo. Mas a questão não é essa. Aliás, se o fosse, poderíamos também contrapor que a trilogia Off the Wall (1979), Thriller (1982) e Bad (1987), mais algumas obras-primas na área dos telediscos, bastariam para lhe conferir um lugar central na história da pop. Acontece que toda a agitação post mortem em torno de Michael ilustra uma das mais cruéis componentes do nosso imaginário mediático, todos os dias liderado por muitas retóricas televisivas. A saber: multiplicam-se as “notícias”, “evocações” e “homenagens”, não porque nelas se exprima a densidade de algum conceito de história, antes porque assim se instala um vazio sem história, sem memória e, no limite, sem qualquer sobressalto afectivo. A histeria coincide, aqui, com a mais fria desumanização.

Tá Fazendo Falta….

 Michael Jackson Não morreu!   “Homenagem do Dia”

By: Dot

Post da Tarde!

Estive meio sumida né? Semana de prova me aguarda segunda feria, vai ser meio tenso mas vou me sair bem, assim espero também rss….

Não pude deixar de vir aqui e deixar minha homenagem ao ídolo do pop…

Bom fim de semana a todos…

Beeijos =*         

“Siga me os bons” @EstefanyKetlyn

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